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Pesquisador Urandir Fernandes afirma que planeta está em chamas porque o sol está mais próximo da Terra



O planeta Terra terá anos mais quentes do que a média entre 2018 e 2022, além de um aumento da probabilidade de eventos extremos, como secas, inundações por chuvas intensas e furacões. Essa foi a previsão apresentada em um estudo publicado na revista “Nature” em agosto do ano passado.


Publicações, publicado em 01/11/2020

Segundo os autores, o modelo estatístico desenvolvido no estudo permitiu previsões probabilísticas confiáveis das temperaturas médias da superfície da Terra e do mar. O sistema também tem uma vantagem em relação a ferramentas já consagradas, porque realiza cálculos de previsão meteorológica em centésimos de segundo e pode ser executado em aparelhos simples, como um computador portátil. Análises atuais necessitam de computadores bem mais potentes.


“Previsões precisas e confiáveis de temperaturas globais são fundamentais para determinar os impactos regionais da mudança climática, que aumentam a temperatura global, com extremos de precipitação, secas severas ou intensa atividade de furacões”, afirmam os autores no estudo.


Porém, há quem discorde das teses defendidas pelos cientistas ouvidos pela “Nature”, como o caso do pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira, do Centro Dakila Pesquisas, que funciona na Cidade Ziguarts, no município de Corguinho, em Mato Grosso do Sul, e o cientista da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Augusto Felício, que tem doutorado em Antártica e é um dos nomes mais respeitados quando o assunto é contestação de teorias correntes sobre o aquecimento global.


O QUE DIZ URANDIR – O pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira é taxativo ao afirmar que nem efeito estufa, nem camada de ozônio e muito menos o desmatamento é culpado pela elevação da temperatura global. “Tudo isso é balela. É mera especulação. Por mais que se desmate não aquece um grau centígrado o planeta. O que acontece é que o Sol está um pouco mais próximo da Terra” explica.


Urandir relata que os cientistas têm a tendência de seguir a teoria da Terra esférica e de um Sol gigante. Para ele, entretanto, essa teoria não funciona, porque o planeta não é esférico. O diretor de Dakila propõe que ocorre exatamente o contrário do que os cientistas ortodoxos afirmam. “O Sol é pequeno e orbita a Terra, da mesma forma que a Lua e outros planetas. O Sol, a cada 3.150 anos aproximadamente, sofre um deslocamento em sua trajetória e esse deslocamento pode ser visto a olho nu” conta. Para se comprovar essa teoria, segundo Urandir, “basta verificar onde o Sol nascia há dez anos e onde ele nasce hoje”.


Prosseguindo, o pesquisador diz que os cientistas analisam o fenômeno pelo que eles chamam de “Movimento de Precessão”, que não existe, e os cientistas que contestam a teoria chamam o fenômeno de “Deslocamento em Graus” do próprio Sol em relação à sua trajetória, como já frisado, que ocorre a cada período de 3 mil e 150 anos, sendo que esse deslocamento dura entre 75 e 100 anos.


“Esse aquecimento está começando agora. É um bebezinho, ainda. Daqui a 50 ou 70 anos é que teremos o real superaquecimento e o planeta pode chegar a 68 graus nos


pontos mais críticos” citando que pessoas interessadas no assunto podem pesquisar na Internet por “Analema Solar”.


“Estudando esse tema, as pessoas vão entender o que é esse deslocamento, essa trajetória que o Sol faz sobre a Terra e não a Terra girando em torno do Sol. A ciência convencional não consegue detectar a causa do aquecimento global, porque imaginam um Sol grande e a Terra girando em volta com os planetas, quando ocorre exatamente o inverso”.


Ele ainda explica que o aquecimento global não é um fenômeno estranho e nem raro. É cíclico. “Por sorte, essa geração vai presenciar. As gerações passadas, de até 3.000 anos atrás não presenciaram. É algo normal, relacionado ao movimento dos astros. Não tem nada a ver com o efeito estufa, aquecimento global, desmatamento, é tudo balela. É tudo especulação, sem fundamento nenhum” afirma enfático.


Segundo Urandir, outro efeito que poderá ser sentido será um esfriamento maior no Sul do país e um aquecimento maior na região da Linha do Equador e no Nordeste Brasileiro. Regiões que nunca viram neve, como São Paulo, Maringá, deverão ter um frio mais intenso e o registro de nevascas.


“Daqui uns dez anos teremos neve nas regiões citadas e esse clima vai perdurar por uns 30 anos. Depois, esse deslocamento solar começa a voltar ao normal e aí volta ao que era antes e o fato só voltará a se verificar em aproximadamente 3.150 anos”. Essa anomalia, na visão de Urandir, ocorre devido uma aproximação maior do Sol em relação à Terra. “E a tendência é aquecer mesmo durante esse processo que dura, no mínimo, 75 anos” finaliza.


No canal da TV O Antagonista, no Youtube, é possível acompanhar uma entrevista conduzida pelo Felipe Moura Brasil com o cientista Ricardo Antônio Felício, que tem doutorado em Antártica e se tornou uma espécie de símbolo da luta contra o falso-consenso em relação ao aquecimento global, mudanças climáticas, efeito estufa. Ele refuta todas as informações nesse sentido.


Professor da USP, ele relata durante a entrevista que se tornou comum a veiculação de imagens das calotas polares derretendo. “São as mesmas imagens há mais de 20 anos. Eles filmam sempre a frente da geleira, que está devolvendo água para o seu ciclo biológico, que não tem nada a ver com aquecimento global” afirma o cientista.


Segundo Ricardo Felício, tudo o que acontece com o gelo hoje é reflexo do que aconteceu até há mais de 1.000 anos. “Temos milhares de geleiras cadastradas, mas os organismos da ONU ligada à questão do clima monitoram no máximo 50 geleiras. Sempre as mesmas” diz o doutor em Antártica, acalmando os alarmistas ao afirmam com segurança que “não tem risco algum para a população” de o mar invadir o continente. “O que o mar não tem é nível. Ele tem um nível em cada parte do mundo” relata o pesquisador.